O investimento em imóveis sustentáveis é uma forte tendência, porque a preocupação com o meio ambiente tem se tornado um tema cada vez mais relevante no mundo. Além disso, está comprovado que uma vida em um ambiente com sustentabilidade proporciona muito mais bem-estar. Nesta vertente, as características dos imóveis de alto padrão harmonizam dois aspectos aparentemente opostos: luxo e sustentabilidade.

Há anos os consumidores têm buscado ressignificar o conceito de lar, preocupados com o bem-estar e, também, com o meio ambiente. O setor de construção civil percebeu essa necessidade de áreas verdes e a preocupação em preservar o meio ambiente e a sustentabilidade se tornou um novo pilar para o mercado imobiliário de luxo. “O luxo sustentável é uma tendência, principalmente nos mercados de alto padrão e de luxo, conciliando imóveis altamente tecnológicos e modernos, mas construídos levando-se em conta a preocupação com o meio ambiente”, destaca o diretor da Daxo, Carlos Lopes.

Ainda sobre o mercado, a pesquisa “Imóveis sustentáveis viram tendência” apontou as principais tendências de comportamento dos consumidores frente ao mercado imobiliário. Entre as questões abordadas pelo levantamento publicado pela Brain Inteligência Estratégica em setembro de 2021, destaque para a sustentabilidade: 80% dos entrevistados que buscam um empreendimento para morar priorizam a relação com o meio ambiente. Para eles, é indispensável o imóvel ter áreas verdes no quintal ou no entorno.

Já o mercado de luxo tem apresentado uma forte alta desde 2019, principalmente no segmento de imóveis. O Brasil viu despontar novas rotas de investimento, a valorização do metro quadrado e a consolidação de um novo perfil de consumidor. Em Santa Catarina, não apenas a região litorânea vem atraindo investimentos de empresas consolidadas. A região norte, forte polo econômico e industrial, e que tem a cidade de Joinville com o maior PIB do Estado, vem atraindo cada vez mais investimentos.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Joinville foi de R$ 58.476, maior que o de Santa Catarina (R$ 45.117) e do Brasil (R$ 35.161). A “Manchester catarinense” também se destaca como a maior economia da região Sul, fora as capitais. E, de longe, a maior economia de Santa Catarina, tanto na diversidade e na variedade, quanto no número de empresas, PIB e número de empregos. Dessa forma, Joinville ocupa a 26ª posição entre as cidades mais ricas do país, com a maior população de Santa Catarina e 36ª do Brasil.

É neste mercado que os imóveis de luxo vêm ganhando capilaridade e as construtoras apresentando novos produtos para um consumidor exigente. “As pessoas têm valorizado cada vez mais os espaços e possibilidades que suas moradias oferecem, dando a elas as mais variadas utilidades, desde ambientes para trabalho remoto, estudo, lazer e socialização. Uma extensão do próprio indivíduo”, explica o diretor comercial da Daxo, Wagner Moacir da Silva.

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, o mercado tem procurado oferecer aquilo que o comprador exige. “A procura por imóveis sustentáveis está em constante crescente. Já é uma necessidade e uma exigência do novo comprador”, reforça o diretor comercial da Daxo.

Dados

E os números reforçam a tendência: as vendas de produtos de alto padrão cresceram 51,7% em 2021, segundo dados da Associação das Marcas e Empresas de Luxo. De acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), o mercado imobiliário de luxo no Brasil registrou 32% de crescimento em 2021 e a expectativa é de 48% de alta no setor de luxo de experiência até 2023.

Mais especificamente em Santa Catarina, o aumento pela procura de imóveis de luxo teve um aumento de 30%, também em 2021, conforme dados do Secovi. Já a pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica para o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Joinville (Sinduscon Joinville), aponta, de forma geral, que a valorização dos apartamentos na cidade chegou a 21,4% no último ano.

Ao estratificar esse público em potencial, no segmento imobiliário triple A, onde os tickets são elevados, evidencia-se um grupo extremamente seleto e reduzido de pessoas. Brasil deve ganhar 100 mil novos milionários até 2025. Os super-ricos, com patrimônio de mais de US$ 30 milhões, devem crescer 23% até 2025 no país. O número de brasileiros com patrimônio de mais de US$ 1 milhão pode chegar a 481 mil em 2025, crescimento de 29% em relação a 2020 , mostram estimativas da consultoria britânica Newmark, em relatório. O crescimento dos ricos e super-ricos será ainda maior na China. O estudo sugere um impressionante aumento de 56% até 2025, atingindo a marca de 9 milhões de pessoas com mais de US$ 1 milhão. Os super-ricos na China devem superar pela primeira vez a marca de 100 mil pessoas até 2025. Nos EUA, o número de super-ricos estará em 223.955 em 2025. “É um mercado específico, nichado e que requer muito mais do que tecnologia construtiva. Os produtos únicos e diferenciais atraem mercado, mas sabemos que temos que estar atentos a todas as tendências e movimentações, projetando um futuro que se materialize no desejo de nossos consumidores”, explica Wagner Moacir da Silva.

Nesse sentido, Lopes destaca que as pessoas têm valorizado cada vez mais os espaços e possibilidades que as moradias oferecem, dando a elas as mais variadas utilidades, desde ambientes para trabalho remoto, estudo, lazer e socialização. É como se fosse uma extensão do próprio indivíduo. “Ao mesmo tempo, a valorização do meio ambiente pelo público e os avanços tecnológicos têm resultado em imóveis que oferecem todas essas características”, ressalta Lopes.

O novo luxo, ou pós-luxo, do mercado imobiliário está diretamente ligado à exclusividade, ao conforto, à experiência, à sustentabilidade, à singularidade e ao valor agregado. Lopes destaca alguns aspectos que têm sido cada vez mais valorizados pelo público dos apartamentos de luxo:

  • 1. preferência por ambientes mais espaçosos e confortáveis, revertendo uma tendência do mercado imobiliário de oferecer imóveis cada vez menores;

  • 2. exclusividade e personalização;

  • 3. oferta de tecnologias que ofereçam praticidade e conexão com os avanços do mundo, como carregamento para carros elétricos;

  • 4. imóveis funcionais, que ofereçam serviços e soluções para o dia a dia;

  • 5. uso sustentável de recursos naturais;

  • 6. contato direto com a natureza, uma vez que as chamadas “fachadas verdes” são itens de luxo sustentável dos empreendimentos atuais, que ajudam a tornar as construções menos agressivas ao meio ambiente e contribuem para descontaminar o ar das cidades, além de amenizar a radiação solar e trazer mais proximidade com a natureza.

“O bem-estar é o verdadeiro luxo. As pessoas almejam ter o máximo de harmonia e conforto em todos os aspectos da sua vida. Tudo isso faz parte de uma busca por um tipo ideal de existência, de beleza, qualidade, elegância, e que traduz inspirações profundamente humanas. É tudo uma questão de ser feliz, equilibrando design, simplicidade e acolhimento”, finaliza Lopes.

Serviço

Para mais informações sobre a Daxo, acesse daxo.com.br/.

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